Pobres dos meus olhos que não vêem

A subtileza da Natureza,

Mas gosto daquilo que não vejo.

Minha alma vagueia como o vento,

Suave e sem rumo

Sinto-me livre.

Sento-me naquela relva suave

E estendo a mão,

Sinto algo.

Reconheço uma pequena papoila

Pela delicadeza,

Paro, e imagino

A sua cor.

Será azul como o céu?

Ou amarela como o sol?

Não importa

É bela, não porque a vejo mas sim porque a sinto.

1 comentário:

  1. Ai que estas tuas frases e pensamentos deixam-me toda KO xD

    Os filósofos que tivemos de estudar e fazer trabalhos iam-se sentir todos envergonhados de certeza ao ler o teu blog xD

    Está excelente, excelente, excelente! E então a banda sonora... Aiai!

    Bjinhos amora*

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