Pobres dos meus olhos que não vêem
A subtileza da Natureza,
Mas gosto daquilo que não vejo.
Minha alma vagueia como o vento,
Suave e sem rumo
Sinto-me livre.
Sento-me naquela relva suave
E estendo a mão,
Sinto algo.
Reconheço uma pequena papoila
Pela delicadeza,
Paro, e imagino
A sua cor.
Será azul como o céu?
Ou amarela como o sol?
Não importa
É bela, não porque a vejo mas sim porque a sinto.
Ai que estas tuas frases e pensamentos deixam-me toda KO xD
ResponderEliminarOs filósofos que tivemos de estudar e fazer trabalhos iam-se sentir todos envergonhados de certeza ao ler o teu blog xD
Está excelente, excelente, excelente! E então a banda sonora... Aiai!
Bjinhos amora*