Pobres dos meus olhos que não vêem

A subtileza da Natureza,

Mas gosto daquilo que não vejo.

Minha alma vagueia como o vento,

Suave e sem rumo

Sinto-me livre.

Sento-me naquela relva suave

E estendo a mão,

Sinto algo.

Reconheço uma pequena papoila

Pela delicadeza,

Paro, e imagino

A sua cor.

Será azul como o céu?

Ou amarela como o sol?

Não importa

É bela, não porque a vejo mas sim porque a sinto.




« não foi apenas dizer " vou lutar " , não , não é fácil lutar por aquilo que nos parece mais difícil , não é fácil meter-mos um sorriso na cara quando tudo nos corre mal , chorei sim , sofri também , por vezes até pensei que o melhor era acabar com tudo , mas o sentimento falou mais alto , ganhei força e consegui lutar , hoje sinto-me feliz porque sei que se tivesse desistido hoje não tinha o sorriso que tenho todos os dias na cara »







"Não sou boa com números. Com frases-feitas. E com morais de história. Gosto do que me tira o fôlego. Venero o improvável. Almejo o quase impossível..



“É tão difícil descrever o que se sente quando se sente que realmente se existe, e que a alma é uma entidade real, que não sei quais são as palavras humanas com que possa defini-lo.”

Os ventos que as vezes tiram
algo que amamos, são os mesmos que trazem algo que aprendemos a amar...Por isso não devemos chorar pelo que nos foi tirado e sim,aprender a amar o que nos foi dado.Pois tudo aquilo que é realmente nosso, nunca se vai para sempre...






Nada do que se sonha, e tao estranho como aquilo que se ve.